sábado, 25 de junho de 2016

Vai, e diz por aí musica Maurício Carvalho Marques


Vai, e diz por aí
Tudo o que quiser
de mim.
Mas, só não diz
Que não amei
Que não sofri
Que não chorei
Que não sorri
Que não gozei
Que não senti
Que não me dei
E, que não vivi.
Vai e diz por aí
Tudo o que quiser
de mim
Mas, só não diz
Que não busquei 
Que não achei 
Que não perdi
Que não sonhei
Que não acreditei
Que não insisti
Que não realizei
E, que não morri
Vai e diz por ai
tudo o que quiser
de mim.
Mas só não diz 
Que eu te esqueci.

Maurício Carvalho Marques
livro Barco de Ilusoes"

Saudades de Mim musica Maurício Carvalho Marques

Saudades de Mim

Quando penso em você,
Eu me lembro de mim.
Saudades de mim
Amando você.

Saudades do amor,
Saudades de mim.
Saudades da cor
No nosso jardim.

Saudades do-cê
Morando em mim.
Saudades de mim,
Vivendo em você.

Saudades de tudo

Que eu não pude viver.
Saudades daquilo
Que eu nem quis saber.

Saudades de mim,
E também de você. 
Maurício Carvalho Marques, livro Barco de Ilusões
Ouça a musica




Ana deixa eu te amá musica Maurício Carvalho Marques

Micróbio Apaixonado

Ana, dexa eu ti amá,
Eu faço de um tudo pra ti alegrá
Ana, dexa eu ti amá,
Eu paro com tudo que tem que pará.
Ana, dexa eu ti amá,
Eu dexo a vadiage e vô trabaiá.
Ana, dexa eu ti amá.
Sei que ocê num é interessera,
Se não eu ia enricá,
Mais vô comprá um motocicleta
Só pra nois passeá.
Ana, dexa eu ti amá,
Eu tomo banho, troco de roupa,
Limpo os pioio, (vão ficá limpinho)
Vô até perfumá
Ana, dexa eu ti amá,
Eu aprendo falá dereito
Se ocê me escuta.
Ana, dexa ama-la; A mala?!
Eu carrego pra você. (na ida)
Ana, dexa amar-te; A marte?!
Ou qualqué planeta!
Ana, dexa eu ti amá,.
Num sei mais nem o que falá,
Ana, pufavô, pelamô,
Dexa, vai?
Só um pouquinho ...

Maurício Carvalho Marques
livro Barco de Ilusões

Um Homem musica Maurício Carvalho Marques

Um Homem

 Chamado Jesus
Morrendo na Cruz
Acendeu a luz
Que a Deus conduz

Quanto mais humano
Querem te parecer
Mais ainda te amo
por me compreender

Deus Maravilhoso
Mais sábio do profetas
Irmão amoroso
Maior dos poetas

Maurício Carvalho Marques
livro Barco de Ilusões

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Vai, e diz por aí

Vai, e diz por aí
Tudo o que quiser
de mim.
Mas, só não diz
Que não amei
Que não sofri
Que não chorei
Que não sorri
Que não gozei
Que não senti
Que não me dei
E, que não vivi.
Vai e diz por aí
Tudo o que quiser
de mim
Mas, só não diz
Que não busquei 
Que não achei 
Que não perdi
Que não sonhei
Que não acreditei
Que não insisti
Que não realizei
E, que não morri
Vai e diz por ai
tudo o que quiser
de mim.
Mas só não diz 
Que eu te esqueci.

Maurício Carvalho Marques
livro Barco de Ilusões
Baixe o livro gratuitamente!



sexta-feira, 17 de abril de 2015

Maurício Carvalho Marques

*poemas* textos *aforismos
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romance 116 páginas ricamente ilustradas
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terça-feira, 14 de abril de 2015

Livro Barco de Ilusões

capa: Rafael Souza
*poemas  *textos  *aforismos
                                   
                                    Primeiras páginas do livro:


         
                     
                                     
  
               
                              
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                                            poema em destaque:
                                                       
                                                                   
Cachorro Atropelado
Eu vi um cachorro estirado na pista.
Alguém disse que era turista
Outro falou que era artista
Obrigado a ser trapezista
Por isso fugiu do canil.
Ele queria era ser cantor
quando chegou no Brasil.
Tinha Pedigree de pastor
Herança do seu bisavô
Um cão Comunista.
Cachorro tem alma, não,
Rezou o padre cristão.
Discordou o monge budista
Falando em reencarna-cão.
Ele estava na contra-pata
Diagnostico do ortopedista
Ou era legista?
Que ele era daltônico
Falou o oculista
Desobedeceu a sinaliza-cão
Afirmou o bom motorista.
Caso de homicídio
Suspeitou a policia
Chamando a pericia.
Suspeita de suicídio
Escreveu o jornalista
Dando a notícia
Jornal sensacionalista.
Ele estava drogado
Acusou o cara de fogo
De fogo Paulista
Que vivia chapado
Me desculpando, retruquei:
Escrevi de careta.
E no sinal pra rimar,
Me mandei de lambreta.

Maurício Carvalho Marques, livro Barco de Ilusões

*esse poema faz parte da Coletânea "Literatura Marginal" Editora Agir e da Coletânea do Sarau do Binho, um movimento poético da Z,Sul de São Paulo

texto em destaque:


Barco de Ilusões

Durante muito tempo naveguei pelos mares da vida, num barco de ilusões.
Um barco sem remos, nem proa, à deriva, com a única finalidade de fugir das tempestades de tédios e calmarias de ansiedades.
E, por navegar à deriva, foram tantas as vezes que cheguei despedaçado em ilhotas perdidas nos oceanos da vida real.
E, aí, as náuseas e enjoos que eu não sentia no barco imaginário, agora eram insuportáveis, e não me restava outra alternativa que não fosse o barco de ilusões.
Os naufrágios se seguiam sucessivamente, ora causados por icebergues de tristezas, ora pela insanidade de um marinheiro perdido num mar de angústias, ora pela fragilidade da embarcação, construída em fantasias.
A cada viagem, um naufrágio, e a cada naufrágio, mesmo despedaçado, uma nova viagem. Sem rotas estabelecidas, sem ao menos uma estrela para me guiar, “porque viajar era preciso, viver sem viajar não precisava”.
Quantos tripulantes sucumbiram, outros tantos obrigados a embarcar  um navio cheio de grades,  rumo ao porto chamado liberdade.
A cada dia este marujo se tornava mais marcado, as viagens agora compulsivas, e as paisagens, já não mais coloridas, e sim, cinza-fúnebre.
E, à deriva só restava aguardar o naufrágio final que redimiria,  visto que as águas vivas,  haviam queimado e feito arder minha alma a tal ponto, que não via mais saída, pois as marcas eram profundas, e as sequelas visíveis.
Até que num novo choque com alguma embarcação que encalha os encalhados, quando estava prestes a me atirar, eis que no horizonte me surge uma luz. No início um tanto opaca, mas seu brilho foi aumentando, aumentando, e iluminou meu coração.
Era a luz de Deus. Do Deus dos desgraçados, dos marinheiros desgarrados, dos náufragos despedaçados.


Esta luz tão intensa, hoje é a luz que me guia, não nos mares revoltos dos pesadelos das drogas e do álcool, mas sim em terra firme. Troquei o barco de ilusões por um de dignidade, construído não de fantasias, mas sim de amor a Deus, a mim e a todos os navegantes.
                                          Maurício Carvalho Marques, livro Barco de Ilusões

* esse texto faz parte de uma coletânea da Editora Agir com o titulo "Literatura Marginal" e de uma edição especial da Revista Caros Amigos com o mesmo titulo.



segunda-feira, 16 de março de 2015

Saudades de Mim

Saudades de Mim

Quando penso em você,
Eu me lembro de mim.
Saudades de mim
Amando você.

Saudades do amor,
Saudades de mim.
Saudades da cor
No nosso jardim.

Saudades do-cê
Morando em mim.
Saudades de mim,
Vivendo em você.

Saudades de tudo

Que eu não pude viver.
Saudades daquilo
Que eu nem quis saber.

Saudades de mim,
E também de você. 

 Maurício Carvalho Marques, livro Barco de Ilusões


O Leão Sol e a Abelha Lua de Mel


O Leão Sol 
e a 
Abelha Lua de Mel

romance 116 páginas ricamente ilustradas.

Relacionamento entre pais e filhos, a questão das drogas e alcoolismo, sexualidade, e o amor em todos os níveis e formas. Desde as formas mais primitivas da paixão, aos níveis mais elevados do amor incondicional. Também há uma religiosidade implícita, mas , sem compromisso religioso por conduzir na busca interior. É um trabalho diferenciado pela crença num cenário literário que impulsionado pelas emoções emerge dos sonhos, confundindo-se com a realidade, transportando o leitor ao universo mágico do amor e do conhecimento.
                                                          Baixe o livro gratuitamente!
 Veja ilustrações, prefácio e introdução;
Capa e ilustrações; Glória Cassia da Silva


















Prefácio
(Lauren de Moraes Ferreira)

O autor Maurício Marques em seu livro, O Leão Sol e a Abelha Lua de Mel, optou por abordar assuntos cotidianos de uma forma envolvente, trazendo ao leitor respostas á questões muitas vezes ocultadas pela correria do dia a dia ou pela simples ausência de uma conversa, através de um misto de realidade e sonho.
Com um tom informal ele aborda temas como amor, paixão, vícios, sexo, família e outros. Consegue mostrar que o irracional não se diferencia tanto do racional quanto imaginamos quando temas como estes estão envolvidos, onde todos agimos por impulso, por razão ou até mesmo por instinto, correndo atrás do que julgamos ou sentimos que é certo, tropeçando nas armadilhas da vida e aprendendo com cada experiência vivida.
Envolvente, cativante e totalmente dentro de nosso dia a dia este livro nos faz refletir o que verdadeiramente somos, o porquê estamos aqui e o porquê de muitas coisas que vivemos.
É preciso prestar muita atenção a cada detalhe da história para entender as suas mensagens que com certeza trazem boas lições.


Lauren de Moraes Ferreira, Jornalista e Escritora.


Introdução

Somos infinitamente grandiosos na nossa essência.
O sentido da razão e das emoções, a consciência existencial nos confere toda a criação.
Somos filhos de Deus, logo, deuses somos.
Porém, em nossa condição primitiva, obedecemos aos mesmos instintos egocêntricos comuns aos animais.
Numa completa inversão dos valores cósmicos, quando o “todo” está para o “uno”, como se todo o universo estivesse tão somente para satisfação de necessidades, ou para a mera contemplação.
Diferente das abelhas, estranhos insetos camicazes, que não hesitam em sacrificar suas próprias vidas ao menor sinal de perigo para a colmeia.
Criaturinhas cuja obediência à ordem coletiva permite viver numa comunidade utopicamente perfeita e, na flor, sem nada destruir, obter o material necessário para produzir e se alimentar do mais puro, nutritivo e saboroso dos alimentos naturais.
Não obstante, o caráter egocêntrico nos confere o sentido de unidade, afinal, somos parte, porém, parte única de um “todo” que contém e no qual também estamos contidos, numa relação intrínseca.
Portanto, o equilíbrio individual implica o equilíbrio global e ao trabalharmos para o nosso aprimoramento íntimo pessoal, transcendendo o nosso primitivismo, estaremos interagindo no progresso de todo o universo.
O Autor.



Maurício Carvalho Marques

Maurício Francisco Carvalho Marques, nasci no Rio de Janeiro no começo dos anos sessenta.
Ainda criança , vim com a família para São Paulo, e depois de morar algum tempo pros lados do Jardim São João Climaco, fixamos residencia em Taboão da Serra, município da grande São Paulo, onde cresci.
A minha formação é  Técnico em Contabilidade, e profissionalmente trabalhei em diversas empresas como contador, e também fui proprietário de uma pequena empresa de assessoria empresarial.
Isso até 1999, quando acontecimentos de ordem pessoal, levaram-me a uma profunda reflexão sobre a minha vida, obrigando-me a rever os meus valores.
Foi quando eu percebi que eu poderia fazer qualquer coisa que eu quisesse e até mesmo não fazer nada que quisesse, que não me atraísse ou desafiasse e que não me trouxesse satisfação pessoal.
Decidi então romper com a minha profissão que outrora fora prazeroso e desafiador exerce-la, mas há tempos se tornara algo maçante, aprisionador e causadora de neuras. E buscando uma nova perspectiva de vida, interrompi uma carreira em que sempre fui considerado um profissional brilhante por patrões, clientes e colegas de trabalho, mas também marcada por sucessivos recomeços causados por problemas decorrentes da dependência química.
E foi nessa época que um antigo ideal literário veio a tona e escrevi o livro "O Leão Sol e a Abelha Lua de Mel, lançado no final de 2004.
Acredito que o condicionamento mental e as responsabilidades da minha antiga profissão, não permitiram escreve-lo porque exigiu total entrega de" corpo e alma"
Em 2005 participei de uma coletânea da Editora Agir com o titulo de "Literatura Marginal"
Em 2006 lancei o livro Barco de Ilusões.
Em 2013 participei da coletânea do Sarau do Binho  um movimento poético da Zona Sul   São Paulo.
Atualmente estou trabalhando em alguns projetos que incluem, Um CD de musicas,Um Curta metragem e outros três livros.

                                                      Linha do tempo:
essa foto esta na contra capa do livro Barco de Ilusões
"esse bebe sou eu"
essa foto marca um tempo em que eu queria" saber bem mais que os meus vinte e poucos anos"
essa foto foi tirada no dia do lançamento do livro O Leão Sol e a Abelha Lua de Me, em Embu das Artes


duas fotos mais recentes: